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29/09/2006 - Justiça do Trabalho adota planejamento estratégico participativo

O Planejamento Estratégico Participativo (PEP) nos órgãos da Justiça vem se destacando como importante ferramenta na busca da eficácia dos serviços prestados à sociedade. A administração do TRT da 14ª Região está trabalhado no sentido de implantar também em Rondônia e Acre o seu planejamento para as próximas gestões. Com a troca de experiência entre os Tribunais do Trabalho, as boas práticas estão sendo disseminadas. Neste sentido o Núcleo da Qualidade do Tribunal de Rondônia e Acre trouxe a Porto Velho o Coordenador da Qualidade e Ouvidoria do TRT do Sergipe, Adriano Leão Venceslau para falar da experiência bem sucedida na implantação do Planejamento Estratégico naquele Regional.

Da tarde de quarta(27) até sexta-feira o coordenador apresenta aos juízes e diretores o modelo adotado na Justiça do Trabalho Sergipana e, ainda, se reúne com os membros do TRT de Rondônia para elaboração do PPE do TRT da 14ª Região.

Para Adriano Leão os valores que precisam ser enfocados no planejamento são c omprometimento, valorização do ser humano, qualidade, credibilidade, ética, gestão participativa, criatividade, transparência, proatividade e responsabilidade social.

A iniciativa de elaborar Planejamento Estratégico para mais de uma gestão, significa dar mais transparência, economia e resultados para os serviços prestados pela Justiça do Trabalho, além de garantir a continuidade das ações administrativas e judiciais. “O Planejamento propicia ainda o comprometimento de toda organização”, afirma Venceslau.

O Coordenador cita Lewis Caroll “insanidade é acreditarmos que agindo da mesma forma que no passado obteremos resultados diferentes no futuro”.

Segundo o Coordenador da Qualidade do TRT da 14ª Região, Dinorval Oliveira “esse planejamento é uma excelente ferramenta de gestão em razão de contemplar todos os atores envolvidos na missão institucional de distribuir justiça. E o fato de o Tribunal ser presidido sempre pelos juízes que atuam no segundo grau, fica fácil pactuar os rumos, os objetivos e as metas estratégicas, garantindo, assim, uniformidade nas ações. Assim, a gestão não fica restrita aos propósitos pessoais de quem a conduz, mas, sim, em função dos propósitos previamente pactuado. Quando não se sabe onde se quer chegar, qualquer caminho serve. Mas quando se tem o “onde”, fica fácil definir o “como”, independentemente da instituição”, conclui Dinorval


Publicado às 13:20 horas.