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28/09/2006 - Justiça do Trabalho adota planejamento estratégico participativo

O Planejamento Estratégico Participativo (PEP) nos órgãos da Justiça vem se destacando como importante ferramenta na busca da eficácia dos serviços prestados à sociedade. A administração do TRT da 14ª Região está trabalhado no sentido de implantar também em Rondônia e Acre o seu planejamento para as próximas gestões. Com a troca de experiência entre os Tribunais do Trabalho, as boas práticas estão sendo disseminadas. Neste sentido o Núcleo da Qualidade do Tribunal de Rondônia e Acre trouxe a Porto Velho o Coordenador da Qualidade e Ouvidoria do TRT do Sergipe, Adriano Leão Venceslau para falar da experiência bem sucedida na implantação do Planejamento Estratégico naquele Regional.

Da tarde de quarta(27) até sexta-feira o coordenador apresenta aos juízes e diretores o modelo adotado na Justiça do Trabalho Sergipana e, ainda, se reúne com os membros do TRT de Rondônia que estão elaborando o PPE do TRT da 14ª Região.

Para Adriano Leão os valores que precisam ser enfocados no planejamento são c omprometimento, valorização do ser humano, qualidade, credibilidade, ética, gestão participativa, criatividade, transparência, proatividade e responsabilidade social.

A iniciativa de elaborar Planejamento Estratégico para mais de uma gestão, significa dar mais transparência, economia e resultados para os serviços prestados pela Justiça do Trabalho, além de garantir a continuidade das ações administrativas e judiciais. “O Planejamento propicia ainda o comprometimento de toda organização”, afirma Venceslau.

O Coordenador cita Lewis Caroll “insanidade é acreditarmos que agindo da mesma forma que no passado obteremos resultados diferentes no futuro”.

Segundo o Coordenador da Qualidade do TRT da 14ª Região, Dinorval Oliveira “esse planejamento é uma excelente ferramenta de gestão em razão de contemplar todos os atores envolvidos na missão institucional de distribuir justiça. E o fato de o Tribunal ser presidido sempre pelos juízes que atuam no segundo grau, fica fácil pactuar os rumos, os objetivos e as metas estratégicas, garantindo, assim, uniformidade nas ações. Assim, a gestão não fica restrita aos propósitos pessoais de quem a conduz, mas, sim, em função dos propósitos previamente pactuado. Quando não se sabe onde se quer chegar, qualquer caminho serve. Mas quando se tem o “onde”, fica fácil definir o “como”, independentemente da instituição”, conclui Dinorval


Publicado às 13:20 horas.